Diário Dos Anjos

blog de Enio Cavalcante.

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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

E Nesses tempos de revolução!

Com esse cenário de revolta da nossa população com a política do nosso país me volto ao roteiro do média metragem dirigido por Mathteu Dovingnaud e que tive o prazer de fazer parte do elenco...
Seria com certeza impossível conter uma revolução formada pelos mais pobres imaginem as 400 favelas do rio de janeiro fazendo justiça pelas próprias mãos...
mas o sistema opressos do nosso país é muito competente quando se formou uma grande massa nas ruas o sistema tratou logo de dividir os movimentos e criou os vândalos que logicamente são burgueses tendo em vista que só aquele que tem acesso a conhecimento pode se manifesta contra o sistema... logo nunca teremos uma boa educação, saúde e segurança isso poderia trazer sérios problemas ao sistema opressor... então o sistema criam paredes invisíveis e mantem boa parte da nossa população dentro dessa parede está O Quarto Mundo que um dia, eu acredito irá se rebelar!
assistir no http://vimeo.com/16843374
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terça-feira, 24 de setembro de 2013

Semana de Cultura de Parnamirim com a Ida ao Teatro!

Foi maravilhoso participar dessa mostra espero que as comunidades envolvidas recebam cultura de forma continua pois só assim esses eventos podem gerar resultados prósperos. O Facetas afirmou sua missão de levar teatro para bem longe do "Teatro", e em baixo do poste fizemos com carinho as apresentações da ida ao teatro em seis bairros de Parnamirim onde recebemos muito carinho de todos! Estou muito feliz! Facetas que alegria!


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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Viva O Cinema Novo na Roliudi do ceará!

O que vem se fazendo de filme de comédia no Brasil é frustrante, vem se imitando um besteirol americano, com atores engraçadinhos, sem roteiro, questão discurso, o riso pelo riso, a tentativa de ser engraçado e etc, mas, fiquei muito feliz ontem no cinema com o filme Cine Holliúody... ver os atores e o resgate de uma questão importante: o contato do povo com o povo e a socialização da comunidade através da arte. e o triste fato historico do nosso pais que é o fim do cinema pela tv e o mercado americano...

http://www.youtube.com/watch?v=7allekyiCY8

A comédia Cine Holliúdy, dirigida por Halder Gomes, surpreendeu ao lotar as salas de cinema em sua estréia no estado do Ceará, no fim de semana de 11 e 12 de agosto. Mais de 23 mil espectadores compareceram às exibições. Até agora, a média de 2.293 espectadores por sala, conquistada pelo filme, é a maior em todo o Brasil. Mais recentemente, a equipe comemorou a marca de 100 mil espectadores.
Promovido como “o primeiro filme nacional falado em cearês”, a história é contada através de diálogos permeados por palavras muitas vezes só conhecidas dos habitantes do Ceará, estado do Nordeste do Brasil. Para facilitar a compreensão por parte do público não-cearense, o filme tem legendas em português.

 http://pt.globalvoicesonline.org/2013/08/26/cine-holliudy-comedia-em-ceares-e-fenomeno-de-bilheteira-no-brasil/
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sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Musica para ouvir no celular






Abrindo as cortinas do quarto “O bico do beija flor, beija a flor, beija flor e toda fauna flora grita de amor” (Chico Science) Acordo nesse dia 03 de agosto de 2013, é hora do café, é hora de algumas frutas e pra fugir do som dos humanos que comem e aquecem suas cordas vocais, suas línguas e seus músculos faciais, escolhi um cantinho na frente de um vidro que transparecia o “velho Chico” ali admirei! Que grande! Que belo! E lembrei do meu humilde sonho de nordestino de conhecer o Rio São Francisco tão cantado em violas e poesias dos artistas dessa terra de fumo, suor e sangue. Na próxima parte do café o velho e irresistível cuscuz com salsicha agora com os humanos, um deles me cumprimenta.
Tudo bom, já te vi em algum lugar!
Acho que sou parecido com alguém que você conhece...
Não, não o eu já te vi em algum lugar!
Bucho cheio, pé na estrada “vamos ao trabalho, vamos ao trabalho” (titãs) no set, aprendizado, êita que é gente! Impressionantemente muita gente boa! No cenário uma garrafa com uma vela derretida em cima me chama atenção tinha um rotulo que dizia:  Velho Chico, lembrei mais uma vez do rio. Um dia de gravação...  Silêncio! É prece! Sempre! “Coração, desejo e sina” (Djavan) Esforço que nem cabe nessas linhas, pois não ouvi nenhuma música, não no celular, a música do set é para todos os ouvidos, é comunhão, é concentração é dionisíaca! Na volta sim! Música no celular “é bom pra ioiô, é bom pra iaiá” (Gilberto Gil) de volta ao hotel percebi que ainda era de tarde, obrigado! Uma voltinha no sol “como pássaro o tempo voa a procura do exato momento onde o que você pode fazer fosse agora” (Chico Science) Opa! Mas eu levo ou não o celular? Tá tão perigoso, vou levar!  “Andar com fé eu vou, que a fé não costuma faiá” (Gilberto Gil) Atravessei a ponte que divide Petrolina cidade que estava hospedado e Juazeiro cidade que estava trabalhando. Uma caminhada cheia de gente, comércio, sons e a festa as margens do Velho Chico me fazem lembrar que é sabadão!  O sol se põe, resolvo voltar, cruzar a ponte antes de a lua surgir, cansado de tanta musica nos meus ouvidos humanos, resolvo tirar os fones de ouvido, mas, deixo o som chiando pendurado na gola da camisa, pronto! Vou jantar lembrei imediatamente da pizza de ontem geladinha no quarto do hotel, pizza fria é uma delicia. Quando chego ao exato centro da ponte que cruza o São Francisco escuto:
Socorro! Me ajuda!
Nem acreditei, olhei primeiro a avenida, encostei-me ao para peito da ponte e debaixo surgiu um ser humano do sexo feminino sendo arrastado pela correnteza a uns 20KM por hora. Ela me viu.
Socorro! Me ajuda! Socorro! Me ajuda!
Sacudindo os braços, afundando e voltando, se engasgando!
Dei um passo pra esquerda, outro pra direita e pensei: Vou pular! Peraí! Vou, no mínimo, quebrar a perna aqui!
Eu olhei o olho dela e ela me chamou de esperança, mas o tempo não volta, o sol estava indo embora, mais um minuto e ela estaria na escuridão onde nenhuma visão humana (mesmo ouvindo música no celular) poderia Enxergar, gritei socorro para carros a oitenta por hora. Eis que surge um ser humano que não estava ouvindo musica no celular,  estava numa bicicleta, me olhou como quem vê um lobo, ou uma raposa, ele não acreditou. Normal alguns seres humanos não reconhecem outros seres humanos.
Tem uma mulher se afogando corre e avisa pras pessoas que estão lá embaixo! Vai! Vai! Vai!
Ele ficou meio sem acreditar e foi. Ainda conseguia ver a mulher, mas, meus ouvidos  já não escutavam seus gritos, ela usou muita força para chamar minha atenção ela estava nas ultimas, eis que surge outro homem numa bicicleta. Pessoas de bicicleta sem ouvir música no celular atravessam direto aquela ponte. Mas esse ser humano era pelo menos 30 anos mais velho que o primeiro foi muito mais difícil convence-lo de que era verdade ele continuou cruzando a ponte.  Gritei:
Calma!
Vou eu mesmo pedir ajuda, mas, e se eu perder ela pra escuridão do rio? Não podia fazer nada ali em cima, corri atrás de ajuda, encontrei mais seres humanos que não ouviam musicas no celular e eu vibrava entre eles que não se mexiam apenas viravam a cabeça para o rio demorei alguns segundos para perceber que eles estavam dando ela como morta quando na verdade ela lutava feito uma leoa.
Não! Ela está viva!
Tu viu ela passando no meio da ponte foi? (risos) já era! A pessoa afunda!
Percebi que os seres humanos que não estavam ouvindo música no celular são extremamente realistas. O ser humano que me viu como um lobo conseguiu se comunicar com outros seres humanos que estavam num barco que foi procura-la, voltei a ponte e a mulher tinha sumido pra sempre, pelo menos da minha vida. Juntando lobo, raposa e leoa descubro que é quando parecemos animais que somos mais humanos. No final percebi que só eu tinha visto de verdade o que aconteceu. Ninguém tinha perdido ninguém. As lagrimas que se seguiram não servem para esse texto. “Mau me quer a vida segue seu lamento num tanto flor, Leito de rio, no cio, um cheiro de amor, é amor quando não diz é fogo por um tris um trem entrou no meu eu” (Djavan)
Como desejei que aquela ponte fosse um set de filmagem, que aquilo tudo fosse um filme, com trinta pessoas maravilhosas e determinadas a dar o melhor de se, figurinistas, maquiadores, técnicos de luz, de áudio, produtores, uma dezena deles! Como desejei que tivesse ali uma câmera de ombro com um diretor dizendo:
Luz, câmera, ação! Pula Enio, mergulha! Deixa a gente pensar que você morreu! Agora emerge! Pega ela com a mão esquerda e nada com a direita! Leva ela para a margem do rio, isso! Respiração boca a boca! Ela acorda olha pra ele, olhar apaixonado! Beija! Corta! Valeu pessoal!
Não sou policial, bombeiro, salva vidas ou médico. Não fiz nenhum juramento pela vida, mas, não importa muitos fazem juramentos e não cumprem. “somos o que somos inclassificáveis” (Arnaldo Antunes) Sou um artista, todos os dias me pergunto qual meu papel nesse mundo e talvez seja de dizer que a vida não é uma ficção e que devemos ser mais seres humanos na vida real que na ficção.
Depois da pizza gelada com gosto de lagrima dormi duas horas e acordei dizendo:
Preciso de seres humanos!
Desci ao saguão do hotel onde pude contar pra alguém minha história, mas, as pessoas iam sair para ouvir musica sem o celular, juntas!  Outros foram dormir percebi que estava ficando sozinho, eu pensei: Eu não posso ficar só e se eu vejo alguma coisa, quem irá acreditar em mim?
Então aquele ser humano que me encontrou no café da manhã e disse que me conhecia apareceu e me ofereceu seus ouvidos. Alguns seres humanos tem ótimos ouvidos, ouvir é um verdadeiro dom e pouquíssimas pessoas conseguem, portanto se você ver um ouvido gigante por ai, encoste nele, pode ser um ser humano. Ele me ouviu e me fez enxergar o quanto estava sendo egoísta na minha dor. Seres humanos que ouvem tem a capacidade de se tornar espelhos de nossas almas e eu que “quis lutar contra o poder do amor, cai nos pés do vencedor para ser um serviçal samurai Ai! Mas, eu tô tão feliz!” (Djavan)
Talvez, ter tirado os fones do ouvido não tenha mudado nada na vida daquele ser humano do sexo feminino, mas, a minha mudou completamente. Na manhã seguinte o mesmo ser humano que disse que me conhecia, e que tinha me ouvido disse:
Escreve!
O que?
A história!
Tá! Vou escrever.
Aqui estou eu no aeroporto digitando e é claro! Ouvindo música no celular, voltando pros braços da minha amada e dos meus filhos que pretendo proteger das pessoas que não estão ouvindo  música no celular, prometendo a mim mesmo que um dia volto a “Petrolina, juazeiro, Juazeiro, Petrolina todas duas eu acho uma coisa linda eu gosto de juazeiro e adoro Petrolina” (Luiz Gonzaga) e “na dor eu passo um giz, na lição que o sol me traduz, viver da própria luz!” (Djavan)

Enio Cavalcante

Postado por Enio às 10:50 Um comentário:
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quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Temporada Guerra: Palhaços e Formigas/ fotos de Pablo Pinheiro




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terça-feira, 13 de agosto de 2013

Na Massa! o que move nossa consciência?

Documentário de curta duração produzido por alunos do curso de Comunicação Social como avaliação para a disciplina de Antropologia, ministrada pelo professor Jarbas Couto.
Olavo Luiz Pimentel de Carvalho (Canpinas, 29 de abril de 1947 é um jornalista, ex-astrólogo, filósofo professor, autor, conferencista e ensaísta brasileiro de matriz conservadora, considerado um dos articulistas mais abertamente de direita do país em atividade.
Trabalho de Sociologia sobre Cultura de Massa
Arnaldo Antunes, no show Paradeiro, canta "Na Massa", dele e Davi Moraes. Videoclipe filmado e editado por Nina Cavalcanti

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segunda-feira, 25 de março de 2013

A Montanha das ações brutas.

Fascinado com a beleza do filme a "A Montanha Sagrada" do chileno Alejandro Jodorowsky (criador de Fando e Lis). É dificil falar, mas, sentir... isso é outra coisa! Um filme que a religiosidade e a hipocrisia do brasileiro jamais permitiria ser exibido comercialmente. Mas aqueles que compreenderam o cristo na sua amplitude conseguem percerber a crítica e a subversão proposta pela obra. Teatral e Performático o filme coloca o próprio cinema em questão estimulando o envolvimento do espectador através de linguagems visuais e sensoriais. As obras contidas na obra são muito bem trabalhadas fazendo com que os capítulos funcionem separadamente. Um grande aprendizado. Obrigado Jodorovski por ter me arrebatado destas artes impostas e ter me feito ver o mundo como é! És um anjo! veja: https://www.youtube.com/watch?v=HHiA3w6Y3KA

 
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sexta-feira, 22 de março de 2013

Um guerreiro branco por uma leitura branca


 
Não dá pra explicar o que não se entende

Como devo me comportar diante de um texto? O teatro é como água, deve se desenhar conforme as linhas do seu corpo. O teatro deve fluir, o artista deve digerir teatro, ser apenas. Ser aculturado de qualquer sistema. Artista e água batem, se batem e debatem esculpindo algo que pode ser que “algum dia” venha se tornar arte.

Sempre que inicio a leitura de um novo texto preciso amarrar alguns pontos em relação a ele, a mim, ao dramaturgo e ao grupo que se uniu com aquele propósito. Então nós atores, falsamente despretensiosos, caímos no mito: “A Leitura Branca”. Não dá simplesmente para ligar o botão da leitura branca como se aprende, compreende, no curso de teatro. Acredito que você tem que deixar técnicas e métodos se acostumarem ao seu corpo. Depois de um determinado tempo fica impossível para um ator não pegar um texto que leu 1 ou 2 vezes e colocar várias intenções, dramatizando falas, construindo a leitura dramática. Poderíamos ler dramaticamente e ainda pesquisar as palavras e assuntos de cada movimento do texto? De fato o que não se entende deve ser lido com o mínimo de intenção, mas, o que já se compreende fica oco e seco se você fica tentando “brigar com a água”.

 Se existem intenções a serem exploradas, “explore”!  Este é o momento “Sherlock Holmes” do trabalho, investigue! Investigue exaustivamente, mas, com cuidado. Pois investigar também pode ser uma viagem marítima sem volta e, nesse momento, o retorno de volta à praia é muito importante. Intenções do dramaturgo, intenções do assunto, intenções de cada personagem, de cada cena, de cada frase e palavra, as intenções do diretor, de cada ator, suas intenções em relação ao trabalho, as intenções do grupo... Brinque, brigue, siga as rubricas, mas, em sequencia chore onde tem escrito risos, gritos, aqueça a voz regule a postura na cadeira e “meta o aço a ler”. Mas, seja branco, não na técnica, mas no seu estado investigador. Seja um “guerreiro branco”. Branco pode ser uma imagem de um recipiente vazio, mas, também, pode ser de um recipiente transbordando.
Postado por Enio às 16:19 Nenhum comentário:
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quinta-feira, 14 de março de 2013

" O propósito do teatro é fazer o gesto recuperar o seu sentido, a palavra, o seu tom insubstituível, permitir que o silêncio, como na boa música seja também ouvido, e que o cenário não se limite ao decorativo e nem mesmo à moldura apenas - mas que todos esses elementos, aproximados de sua pureza teatral específica, formem a estrutura indivisível de um drama."


Clarice Lispector
Postado por Enio às 23:58 Nenhum comentário:
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terça-feira, 12 de março de 2013

Jerry Lewis

Trabalhando na montagem de Guerras Palhaços e Formigas conheci através do diretor Rogério Ferraz o fantastico Jerry Lewis. Rogério é fã e é um erro para um ator não conhecer o trabalho desse que é um dos gênios da comédia e do cinema. sua interpretação não deixa passar nada, nenhum objeto ou pessoa, ele muda de estados com facilidade e quando é sério é extremamente sincero a ponto de emocionar. Tenho ultimamente me deliciado com seus filmes e tentando afinar meu personagem na peça que pede tempo de comédia e espontaneidade nas ações.
Postado por Enio às 00:50 Nenhum comentário:
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Ir ao Teatro"

Ontem 11 de março apresentamos (Facetas) "A Ida ao Teatro" no Circuito Ribeira. Estavamos sem fazer o espetaculo desde 2010 retomanmos esse ano e estamos novamente com essa brilhante comédia de Karl Valentin. Claro que demos a esse trabalho a cara do Facetas, é com muito carinho que faço a personagem "Marta" que me fez trazer muitas referencias da minha mãe e tias. Rodrigo Bico interpreta o "Luiz Otávio" e foi muito bom ver que ainda estamos afinados no jogo do espetáculo. Discutindo o que é ser mulher e o que é ser homem o espetáculo é muito atual além de criticar o "ir ao teatro" como um evento social para o ego próprio mais do que para a arte. em breve retomamos a temporada em nossa sede o Tecesol.

 
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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Elastic! Uma piada de matar...Flipooo!!!!

No limite do riso o ser humano sempre se encontra com o seu interior e quando a coisa se torna um pouco violenta a energia de quem ri é cabulosa, a atmosfera é turva. Nosso corpo se torna elástico, expande e volta. É apreciando comédia, drama ou performance que somos mais humanos.
Postado por Enio às 15:30 Nenhum comentário:
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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Os Filmes Que Não Fiz

Por que não consigo fazer cinema? sou incompetente? Ou falta dinheiro?

No domingo dia 03/02 fizemos uma sessão de cinema (Cine Clube Boi De Prata) mo parque de Capim Macio (Natal-RN) O cineasta Buca Dantas nos apresentou um curta que vem arrastando vários prêmios em festivais, de Gilberto Scarpa "Os Filmes Que Não Fiz". Achei a idéia do filme maravilhosa, mostrar grandes idéias e projetos que não se realizaram por falta de verbas. O filme ainda chama atenção para o talento que o brasileiro tem de produzir ficções já que o nosso cinema é muito mais voltado para um cinema documentário como no engraçado "Zélvis, não morreu". O filme é muito divertido! encontrei neste site.
http://portacurtas.org.br/filme/?name=os_filmes_que_nao_fiz


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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Tá na hora de ler!


Quando criança e adolescente não le muitos livros, em casa não tinha uma biblioteca e nem incentivo, ler para mim era uma tortura. Depois do teatro comecei a ler, peças e livros sobre métodos e técnicas, daí comecei a perceber que a leitura era mais que essencial ao trabalho de ator era essencial a condição humana, nossa evolução e qualidade de vida dependem desse hábito e as vezes precisamos encontrar mecanismo para nos incentivar a ler diariamente. Hoje leio mais biografias, filosofia oriental e ocidental, livros espíritas, psicologia e procuro as vezes clássicos já que foi algo que me faltou na adolescência. Dependendo do livro leio 100 paginas ou 20, por que é verdade da sono! É bom um café ou chá para acompanhar. Um dia desses vi um filme em que um personagem muito inteligente disse que seu pai  lhe dava um sorvete para cada livro que ler. Outro dia um amigo me disse que faziam isso com ele. De fato é ainda na infância que devemos construir esse hábito. E se os pais criarem esses métodos no futuro podemos ser um país de leitores.  No ultimo fim de semana vi um filme de comédia que mostra uma sociedade que não ler, vale a pena ver! o link é: http://www.youtube.com/watch?v=gK2diven4RU Recebi esse email com vários livros online vamos divulgar! Essa idéia não pode acabar! 
Solicitamos a gentileza de divulgar a todos os conhecidos para que o projeto não seja extinto por desuso.
  
Livros Grátis - 2012
DIVULGUEM PARA NÃO PERDERMOS O PROJETO POR DESUSO.
É só clicar no título para  ler ou imprimir.
1. A Divina Comédia -Dante Alighieri 2. A Comédia dos Erros -William Shakespeare 3. Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa 4. Dom Casmurro -Machado de Assis 5. Cancioneiro -Fernando Pessoa 6. Romeu e Julieta -William Shakespeare 7. A Cartomante -Machado de Assis 8. Mensagem -Fernando Pessoa 9. A Carteira-Machado de Assis 10. A Megera Domada -William Shakespeare 11. A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare 12. Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare 13.. O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa 14. Dom Casmurro -Machado de Assis 15.. Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa 16. Poesias Inéditas -Fernando Pessoa 17. Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare 18. A Carta -Pero Vaz de Caminha 19. A Igreja do Diabo -Machado de Assis 20. Macbeth -William Shakespeare 21. Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago 22. A Tempestade -William Shakespeare 23. O pastor amoroso -Fernando Pessoa 24. A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós 25. Livro do Desassossego -Fernando Pessoa 26. A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha 27. O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa 28. O Mercador de Veneza -William Shakespeare 29. A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde 30. Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare 31. Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis 32. A Mão e a Luva -Machado de Assis 33. Arte Poética -Aristóteles 34. Conto de Inverno -William Shakespeare 35. Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare 36. Antônio e Cleópatra -William Shakespeare 37. Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões 38. A Metamorfose -Franz Kafka 39. A Cartomante -Machado de Assis 40. Rei Lear -William Shakespeare 41. A Causa Secreta -Machado de Assis 42. Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa 43. Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare 44. Júlio César -William Shakespeare 45. Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente 46.. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa 47. Cancioneiro -Fernando Pessoa 48. Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional 49. A Ela -Machado de Assis 50. O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa 51.Dom Casmurro -Machado de Assis 52. A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho 53. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa 54. Adão e Eva -Machado de Assis 55. A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo 56. A Chinela Turca -Machado de Assis 57. As Alegres Senhoras de Windsor -William Shakespeare 58. Poemas Selecionados -Florbela Espanca 59. As Vítimas-Algozes -Joaquim Manuel de Macedo 60. Iracema -José de Alencar 61. A Mão e a Luva -Machado de Assis 62. Ricardo III -William Shakespeare 63. O Alienista -Machado de Assis 64. Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa 65. A Volta ao Mundo em 80 Dias -Júlio Verne 66. A Carteira -Machado de Assis 67. Primeiro Fausto -Fernando Pessoa 68. Senhora -José de Alencar 69. A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães 70. Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis 71. A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca 72. Sonetos -Luís Vaz de Camões 73. Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos 74.Fausto -Johann Wolfgang von Goethe 75. Iracema -José de Alencar 76. Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa 77. Os Maias -José Maria Eça de Queirós 78. O Guarani -José de Alencar 79. A Mulher de Preto -Machado de Assis 80. A Desobediência Civil -Henry David Thoreau 81. A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio 82. A Pianista -Machado de Assis 83. Poemas em Inglês -Fernando Pessoa 84. A Igreja do Diabo -Machado de Assis 85. A Herança -Machado de Assis 86. A chave -Machado de Assis 87.. Eu -Augusto dos Anjos 88. As Primaveras -Casimiro de Abreu 89. A Desejada das Gentes -Machado de Assis 90. Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa 91. Quincas Borba -Machado de Assis 92. A Segunda Vida -Machado de Assis 93. Os Sertões -Euclides da Cunha 94. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa 95. O Alienista -Machado de Assis 96. Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra 97. Medida Por Medida -William Shakespeare 98.Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare 99. A Alma do Lázaro -José de Alencar 100. A Vida Eterna -Machado de Assis 101. A Causa Secreta -Machado de Assis 102. 14 de Julho na Roça -Raul Pompéia 103. Divina Comedia -Dante Alighieri 104. O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós 105. Coriolano -William Shakespeare 106. Astúcias de Marido -Machado de Assis 107. Senhora -José de Alencar 108. Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente 109. Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo 110. Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis 111. A 'Não-me-toques' ! -Artur Azevedo 112. Os Maias -José Maria Eça de Queirós 113. Obras Seletas -Rui Barbosa 114. A Mão e a Luva -Machado de Assis 115. Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco 116. Aurora sem Dia -Machado de Assis 117. Édipo-Rei -Sófocles 118. O Abolicionismo -Joaquim Nabuco 119. Pai Contra Mãe -Machado de Assis 120. O Cortiço -Aluísio de Azevedo 121. Tito Andrônico -William Shakespeare 122. Adão e Eva -Machado de Assis 123. Os Sertões -Euclides da Cunha 124. Esaú e Jacó -Machado de Assis 125. Don Quixote -Miguel de Cervantes 126. Camões -Joaquim Nabuco 127. Antes que Cases -Machado de Assis 128. A melhor das noivas -Machado de Assis 129. Livro de Mágoas -Florbela Espanca 130. O Cortiço -Aluísio de Azevedo 131. A Relíquia -José Maria Eça de Queirós 132.Helena -Machado de Assis 133. Contos -José Maria Eça de Queirós 134. A Sereníssima República -Machado de Assis 135. Iliada -Homero 136. Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco 137. A Brasileira de Prazins -Camilo Castelo Branco 138.. Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões 139. Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage 140. Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. -Fernando Pessoa 141. Anedota Pecuniária -Machado de Assis 142. A Carne -Júlio Ribeiro 143. O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós 144. Don Quijote -Miguel de Cervantes  145. A Volta ao Mundo em Oitenta Dias -Júlio Verne 146. A Semana -Machado de Assis 147. A viúva Sobral -Machado de Assis 148. A Princesa de Babilônia -Voltaire 149. O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves 150. Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional 151. Papéis Avulsos-Machado de Assis 152. Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos 153. Cartas D'Amor -José Maria Eça de Queirós 154. O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós 155. Anedota do Cabriolet -Machado de Assis 156.Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias 157. A Desejada das Gentes -Machado de Assis 158. A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho 159. Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra 160. Almas Agradecidas -Machado de Assis  161. Cartas D'Amor - O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós 162. Contos Fluminenses -Machado de Assis 163. Odisséia -Homero 164. Quincas Borba -Machado de Assis 165. A Mulher de Preto -Machado de Assis 166. Balas de Estalo -Machado de Assis 167. A Senhora do Galvão -Machado de Assis 168. O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós 169. A Inglezinha Barcelos -Machado de Assis 170. Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu 171. CHARNECA EM FLOR -Florbela Espanca 172. Cinco Minutos -José de Alencar 173. Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida 174. Lucíola -José de Alencar 175.. A Parasita Azul -Machado de Assis 176. A Viuvinha -José de Alencar 177. Utopia -Thomas Morus 178. Missa do Galo -Machado de Assis 179. Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves 180. História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira -Sílvio Romero 181. Hamlet -William Shakespeare 182. A Ama-Seca -Artur Azevedo 183. O Espelho -Machado de Assis 184. Helena -Machado de Assis 185. As Academias de Sião 
-- Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por DESUSO, já que o número de acesso é muito pequeno. Vamos tentar reverter esta situação, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura.

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terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Nova Montagem com o grupo Estação Teatro



A convite de Rogério Ferraz ator e diretor do grupo Estação Teatro  começamos a montagem do texto: Guerra, Palhaços e Formigas do jovem dramaturgo Cezar  Ferrário ator e colaborador do Grupo de teatro Clonws de Shakespeare. A muito namoro com o lado dramaturgo de Cezar desde o inicio da montagem do O Bizarro Sonho De Steven  com Grupo Facetas em que ele colaborou com textos de pesquisa. No texto Guerra, Palhaços e Formigas Cezar discuti a presença do lirismo e do lúdico dentro das relações humanas em meio a um cenário de guerra e violência. Com Rogério Ferras a sensação é de continuidade com o trabalho realizado na montagem de A Lição de Eugene Ionesco com o Grupo Elas em que Rogério também fez a direção. Esse novo trabalho ainda proporcionou a experiência de contracenar com o ator potiguar Pedro Queiroga e me deixou muito orgulhoso, ver o cara trabalhando é um grande aprendizado, Pedro é silêncio, tempo, estado e presença.
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